Final do Ano Litúrgico de Ano do Laicato



Contagem regressiva para o final de ano litúrgico e ano do Laicato...
Vamos todos em Caratinga, dia 25 de novembro de 2018, para a grande festa de encerramento do Ano do Laicato. Procure o escritório da paróquia e dê o seu nome para participação!

E enquanto isto... acompanhemos as homilias de Pe. Antônio Maurílio nos preparando para a nossa missão de leigo e leiga.
Dia de todos os santos - Homilia
Dia de Finados, em 2018 em Chalé-MG

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Missa do 32º domingo do Tempo Comum

16 º Aniversário Sacerdotal de Pe. Maurílio



Veja também - Homenagem a Lusia Ambrósio por seus 80 anos

23 de setembro, Festa de Nossa Senhora da Guia

A missa foi às 19h, na comunidade em Vargem Alegre/Chalé-MG e contou com a participação de vários fieis das comunidades que formam esta paróquia. Foi o Pe. Antônio Maurílio que celebrou a missa. E durante sua homilia falou que Jesus é a nossa grande luz, a nossa salvação e que jamais podemos esquecer de sua mãe, a bendita entre as mulheres.

NOSSA SENHORA DA GUIA
Maria, mãe de Jesus e também nossa, leva vários nomes pelos que acreditam em sua vida de verdadeiro símbolo da possibilidade do plano de salvação dos homens.
Nossa Senhora da Guia é um deles. Neste caso, o termo "da Guia" colocou-se em Maria, por ter sido que guiou seu filho Jesus. E enquanto Ele era ainda criança e jovem foi ela que o ensinou e Ele obediente que era, deu-nos pistas de como deve ser o nosso amor por sua mãe. 
Nossa Senhora da Guia é por todos percebida como a que zela pelos navegadores. Mas é quando estamos em apuros que se pede a ela a proteção e uma orientação especial na vida. 
Nossa Senhora da Guia, disse o Pe. Maurílio ao fim de sua homilia e todos responderam:
--Guiai-nos!

E rezou esta  oração com os fieis e  é especialmente indicada para abrir os caminhos da nossa vida e para ter sucesso nos negócios.




Ó Rainha dos Anjos e dos Santos, Soberana, clemente e misericordiosa.
Sois o refúgio dos pecadores e por isso venho, contrito,
pedir-vos a vossa intercessão junto ao vosso filho, Nosso Senhor Jesus Cristo,
perdão para os meus pecados,
e a graça de evitar os maus caminhos que levam à perdição.
Suplico-vos, Senhora, o vosso auxílio na existência, a vossa proteção nas minhas atividades,
o vosso amparo nos meus negócios,
o favor de me abrir os olhos, a inteligência,
a fim de que compreenda onde está a minha salvação,
quais os recursos de que devo servir-me, para não ser mal sucedido.
Afastai de mim os inimigos, os desonestos, os homens sem fé e sem caridade.
Concedei-me boa disposição de alma e de corpo,
para que possa dirigir os meus interesses,
e para que jamais recuse auxílio aos que necessitarem de pão e de socorro material ou espiritual.
Dai-me paciência, perseverança, destemor diante dos obstáculos.
Assim Seja.



Fonte:
https://www.mariahelena.pt/pt/pages/oracao-a-nossa-senhora-da-guia-para-abrir-caminhos




90 anos da paróquia de Chalé

Foto: 16 de agosto de 2018. Missa e festa da padroeira com Dom Emanuel, Pe. Jamir e Pe. Maurílio

História
          A paróquia de Chalé, cuja padroeira é Nossa Senhora do Amparo foi elevada à paróquia no dia 23 de setembro de 1928, quando permanecia aqui, o pároco Pe. Lucas Evangelista de Barros. Ele percorria em lombos de animais as capelas de Chalé e Lajinha: Varginha, Bananal, São José do Mantimento, Dores, Palmeiras, Mirandas, Padaria, Criciúma, Areado, Penha do Coco. E de lá para cá são 34 padres que aqui passaram, cada um deixando um pouco de si e levando um pouco de nós.
Hoje, com 90 anos de paróquia, e, 127 anos de comunidade católica em Chalé estamos vivendo este momento de alegria, de festa, com a presença de V. Exª Revmo. Dom Emanuel e Rvmos padres Jamir e Maurílio. 

       Contando um pouco da nossa história... Em 1891, chegaram as primeiras famílias católicas no desbravamento de novas terras. Chegaram , construíram casas, e construíram a cultura religiosa deste município que é por maioria cristãos católicos. São trinta e quatro padres que aqui passaram, deixando marcas de sua evangelização. O trabalho, dos diferentes leigos/as, sacerdotes, diáconos, religiosos/as em Chalé, demonstram o esforço em atender às diversidades que se apresentavam nos municípios de: Lajinha, São José do Mantimento, Chalé e Conceição de Ipanema. Quatro paróquias a serem atendidas por um único padre. Com peculiaridades no acesso às cidades e aos distritos com estradas de terra batida. Era possível pois, sempre contavam com a ajuda dos paroquianos, dos leigos e leigas, no transporte, hospedagem e alimentação. Hoje cada um destes municípios tem o seu pároco. Com exceção da paróquia de São José do mantimento que continua sendo administrada pelo pároco de Conceição de Ipanema. 

      O ano 1938 foi marcado pelo último vigário permanente em nossa paróquia, data do falecimento do padre Lucas Evangelista que foi sepultado na Igreja. Portanto, durante 69 anos a paróquia Nossa Senhora do Amparo de Chalé foi atendida por párocos de paróquias vizinhas. Hoje a paróquia é atendida pelo pároco, o padre Antônio Maurílio de Freitas que tomou posse em janeiro deste ano.

      Nos aspectos qualitativos da pregação fomos privilegiados com tantos pastores, na diversidade de modos no atendimento espiritual aos cristãos católicos. Sempre se mostravam sensíveis aos problemas sociais, familiares e políticos permitindo um bom aconselhamento àqueles que os procuravam. 

     Temos aqui na paróquia o ROGATE, grupo que se reúne semanalmente em oração pelas vocações e para o surgimento de novos padres, freiras e missionários/as de novos leigos/as para o crescimento do reino de Deus. 

      Nasceram no mesmo ano ou próximo, da criação da paróquia a professora aposentada, Dona Penha Gomes Alvim - 90 anos, a professora Margarida Ambrósio Trindade Gomes-89 anos, Dona Margarida Ambrósio Trindade - 90 anos, Dona Cacila- 90 anos, Dona Luzia Silveira - 90 anos, Dona Luzia Rodrigues - 92 anos, Senhor José Ferreira Brandão - 90 anos, Senhor José Miguel - 96 anos, § Sebastião Rodrigues Pereira - 90 anos, Dona Nicinha - 92 anos, Dimas Ambrósio Trindade - 90 anos, Sebastião Braz – 92 anos, Geraldo Jorge da Mata – 98 anos. E com mais de 100 anos Antônio Bernadino – 1917 – 101 anos e Jovelino Pedro Pereira – 1911 – 107 anos. Foram homenageados por um grupo de cantores e a pastoral social que preparou os presentes para cada um. 

    Que Deus abençoe a todos que conosco fizeram esta história de amor e evangelização e os que estiveram conosco nesta Novena. Padre Maurílio em suas homilias diz: Como é bom ser católico e exercer a nossa espiritualidade dia a dia! Que Deus abençoe o Dom Emanuel Messias e que seja iluminado em suas decisões à frente da diocese de Caratinga. Estamos todos rezando para um belíssimo ministério consagrado. E aos padres que nos visitaram durante toda a novena e festa. Pedimos suas bênçãos.

Ao om Emanuel
Exmo. Revmo. Dom Emanuel Messias de Oliveira - bispo diocesano de Caratinga
(Maria Raposo de Freitas)

Nossa comunidade se alegra
Neste dia de Nossa Senhora
Com a sua presença
Somos tão felizes agora
Quando foi chamado à vida
Houve festa lá no céu
Sua cabeça foi preparada
Para usar o solidéu.


É linda a sua vocação
Enfrentou muitas batalhas
Sempre com animação
Os anjos é que te carregam


E Jesus pega sempre
Em sua mão.
Obrigada Dom Emanuel
Por nos visitar neste dia
Que Nossa Senhora do Amparo
Te ampare na alegria.


Sabemos que há dias tristes
Mas, os santos contigo está
Intercedemos a todos eles
Que venham te alegrar.


Nossas comunidades
Pedem suas bênçãos, são elas:
Nossa Senhora da Penha,
São José, Nossa Senhora da Guia,
Sagrada Família
E também Santa Luzia
Comunidade São Pedro
Santa Ana, Santa Efigênia
Santa Rita de Cássia
São João Batista e Nossa Senhora Aparecida.

E pedimos a Deus por meio dos padroeiros/as
A proteção para os senhores, bispos e padres
Para nós leigos e leigas a santidade
Que guardem sempre as nossas vidas
Na paz e humildade.

CHALÉ-MG 
Agosto de 2008 - pesquisa feita por Sílvia Ambrósio Pereira Müller e Erlane Souza Paiva e atualizada em 14/08/2018.

Cronograma em ordem crescente na linha do tempo dos padres que por aqui passaram:

1. Pe. João Batista de Holanda Cavalcante – Vigário de Rio Pardo-ES. 1891 a 1893.
2. Monsenhor Antônio Vieira Coelho. Neste período constrói-se a Igreja de Santo Antônio (hoje Casa dos Vicentinos)- 1893 a 1928.
3. Pe. Lucas Evangelista de Barros. Com a permanência do Padre em Chalé, a comunidade foi elevada à categoria de Paróquia. 1928-1932.
4. Monsenhor José Maria Gonzáles e Pe. Fernando.
5. Pe. Carlos Greiner – 1932 foi aberta a comissão construtora da Matriz Nossa Senhora do Amparo. A imagem de NS do Amparo veio do Rio de Janeiro, doada por Manuel Elias de Souza.
6. Pe. Leopoldo Fernandes –1933
7. Pe. Antônio Rossi – 1934
8. Pe. Cândido Lizardo de Souza – 1935
9. Pe. José Leite de Resende – 1936 a 1938 último vigário permanente desta cidade.
10. Pe. Ildefonso Béu – 1938 a 1941 introduziu o ensino religioso nas escolas.
11. Pe. Rivadávia Gomes da Silveira – 1941 a 1956 , da Paróquia de Ipanema.
12. e 13. Pe. Alberto Vieira e Pe. José Mendes – 1957 Padres redentoristas que construíram o cemitério local e lá deixaram o cruzeiro.
14. Pe. João Bentjes – 1958. A comunidade era assistida pelo pároco de Conceição de Ipanema.
15. Pe. Jaime Moratimos – 1960 – 1962. Pároco de Conceição de Ipanema.
16. Pe. Elpídio – 1962. Pároco de Manhumirim.
17. Pe. José Rech - 1963 a 1966. Pároco de Conceição de Ipanema.
18. Pe. Geraldo Silva – 1967 a 1970. Pároco de Conceição de Ipanema.
19. Pe. Augusto Marques de Morais – 1971. Pároco de Lajinha;
20. Monsenhor Vieira Coelho – 1971. Pároco de Ipanema.
21. Pe. Inácio Tito de Oliveira – 1971. Pároco de Ipanema.
22. Pe. Humberto Borelli – 1972 a 1978. Pároco de Conceição de Ipanema.
23. Pe. José de Souza Lucas – 1978 a 1980. Pároco de Conceição de Ipanema; em 1978 comemorou-se o cinqüentenário da paróquia de Chalé.
24. Pe. Aníbal – 1980 a 1983. Pároco de Conceição de Ipanema;
25. Pe. Geraldo de Lima Mayrink – 1983 a 1988. Pároco de Conceição de Ipanema.
26. Pe. José Moreira Bastos – 1988 a 1997. Pároco de Conceição de Ipanema.
27. Pe. Flávio Ferreira Alves – 1997 a 2005. Pároco de Conceição de Ipanema;
28. Pe. Turíbio – 2005 a 2007. Pároco de Conceição de Ipanema.
29. Pe. Antônio José – vigário da paróquia NS da Conceição e NS do Amparo - 2007 a 2008.
30. Pe. Roberto Carlos – dez/2008 a mar/2010 – primeiro pároco enviado para Chalé no século XXI.
31. Pe. Ronaldo Patrício de Freitas - abril/2010 até fevereiro de 2012. Administrador da paróquia NS do Amparo e pároco da paróquia NS de Nazaré de Lajinha-MG.
32. Vigário Pe. Éder Mateus dos Santos das paróquias NS de Nazaré e NS do Amparo. 19 de março de 2010 a fevereiro de 2012.
33. Pe. Agnel Martins Alves. 26 de fevereiro de 2012 a janeiro de 2018.
34 . Pe. Antônio Maurílio de Freitas – janeiro de 2018 aos dias atuais

(Müller, 1989. Atualizado em 2018)

Pastoral Familiar promove Encontro de noivos na paróquia de Chalé



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Avaliação do Encontro de noivos 
06 de maio de 2018 - setor pré-matrimonial da pastoral familiar
Os doze casais responderam questionário ao final do curso,  neste dia de reflexão, sobre o casamento nos dias atuais. 01 casal de Conceição de Ipanema, 02 casais de São José do mantimento e 09 casais da paróquia de Chalé.  As palestras foram: 1ª palestra: sacramento da igreja: o matrimônio e orientações pastorais com o Pe. Maurílio de Freitas; 2ª palestra: planejamento familiar: Verônica e Roni; 3ª palestra: o valor da igreja na vida do   casal, paternidade responsável com o casal Alício Júnior e Miralda; 4ª palestra: o diálogo na vida da família com o casal Elci Rodrigues Ambrósio e João Lúcio Ambrósio Rodrigues; 5ª palestra: por que se preparar para o casamento? Amilton José Benfica e Valquíria Braga Teixeira Benfica;
Analisando as respostas vimos que os casais gostaram das palestras e dos palestrantes. Então concluímos que esta organização pode ser preservada e melhorada pela pastoral familiar em futuros encontros. O objetivo é sempre fazer o melhor para o crescimento do Reino de Deus entre nós. Os dons que recebemos devem ser partilhados.
Percebemos também que 84%  dos cursistas disseram que a motivação para virem ao Encontro foi por sentirem a necessidade de maior reflexão sobre as escolhas e decisões a tomar;
E para 42% dos participantes o tema que mais lhes tocaram foi o da palestra "O diálogo na vida em família" e o restante se dividiram entre os demais temas. Mostrando satisfação por participarem do Encontro. Para 75% não faltou nada a ser discutido no tempo proposto para as reflexões.  
E 100% dos casais de noivos disseram entender que a igreja pretende ao propor um Encontro pré-matrimonial. Para 92% dos participantes as dinâmicas, as músicas e o acolhimento foram ótimos e para 84% a organização do evento, a espiritualidade estavam ótimas.

E disseram o que aprenderam neste encontro:

  • Que o casamento é para vida toda, com felicidade e de acordo com o ensinamento de Jesus.
  • O casal deve estar sempre na igreja para formar uma família mais unida, uma vida cristã. 
  • Valorizar ainda mais a vida a dois, com pistas que ajudarão nas relações no dia a dia, sobre o que é o casamento. Que a espiritualidade é importante e qual é o papel da Igreja na vida do casal.
  • Direcionamento aos noivos a fazerem a escolha correta, pois, o casamento é para vida toda, segundo as leis de Deus.
  • Formar uma família aonde Deus seja a base. E assim a família se torna responsável e constrói-se um lar com amor, fé e paz.

Para 10% dos participantes a sugestão para o próximo ano, no "Encontro de noivos": ter mais dinâmicas;  discutir sobre a vida em comunidade e mais temas sobre o casamento no século XXI e mais entrosamento com os noivos. Mas, para a maioria deve-se conservar os mesmos temas pois, o curso foi ótimo e atual. 

Com estas análises, conclui-se que o trabalho da pastoral familiar alcançou os objetivos do Encontro:
  1. Proporcionar aos noivos, um dia de reflexão, mas ao mesmo tempo que fosse um dia agradável;
  2. Apontar possíveis diferenças nos relacionamentos que impedem a harmonia de um lar, de um casal. Portanto, merecedoras de atenção no momento de se fazerem uma escolha, ao dizerem sim ao outro. Casarem-se.
Mas, percebe-se que os desafios que as famílias, os casais enfrentam nos dias atuais são muitos e que precisa-se muito mais que um dia de reflexão. São necessários uma constante vigília em nossos gestos e palavras em direção ao outro que ajude na construção da paz, da felicidade. Uma vida em comunidade, alimentados pela Palavra e Eucaristia. Uma vida na Igreja. E toda experiência de bem viver das gerações passadas e das atuais sejam valorizadas, pois o bem nunca envelhece. Assim como os ensinamentos de Jesus que ultrapassam 2000 anos e não alçamos a santidade em segui-lo na sua totalidade. O amor é imortal. É atemporal.

Sermão do Encontro – Quarta-feira Santa


Chalé, 28/03/2018

Queridos irmãos, irmãos e irmãs em Cristo. Meu povo de Deus!

Nos reunimos, nesta noite, para meditar um dos passos importantes de Nosso Sr. Jesus Cristo na sua caminhada rumo ao Calvário, o momento em que Ele, homem das dores, se encontra com sua Santa Mãe, Senhora das dores. O encontro… Este é o tema da nossa meditação espiritual nesta noite. O encontro entre Jesus e Maria. Um encontro doloroso para ambos. Dói exageradamente no coração da mãe encontrar seu Filho em tal estado; dói profundamente no coração do filho ver-se encontrado assim por quem tanto o ama. Quanta dor presenciamos nesta cena! Por um momento, nos invade um pensamento: para que uma mãe sofrer tanto assim? Porque um sofrimento tão grande? Melhor seria que os dois não tivessem se encontrado! Que a mãe guardasse na memória a imagem do filho belo, forte, saudável e feliz. Que sentido tem esse encontro doloroso? Seria melhor que ele não tivesse ocorrido, antes que este encontro fosse um desencontro…
Irmãos e irmãs, a vida humana é feita de encontros e desencontros. Para compreender melhor este momento que hoje vivemos, é oportuno voltar às primeiras linhas da Sagrada Escritura e perceber como o ser humano tem uma tendência divino-natural para o encontro e cede à tentação do desencontro. Os dois primeiros capítulos do livro do Gênesis descrevem o mundo tal como Deus o quis: a criação é boa, não conhece o mal nem a corrupção; o homem e a mulher têm igual dignidade, não conhecem a maldade nem o sofrimento; não existem guerras, nem injustiças, nem doenças, nem mortes; não há desequilíbrio interior; a humanidade está em comunhão perfeita com Deus. Enfim, não existem desencontros… O homem se encontra em perfeita harmonia consigo, com os outros, com o mundo e com Deus. Uma das imagens mais belas para significar este estado de encontro é a de Deus que todos os dias, ao cair da tarde, vinha encontrar-se com Adão e Eva e com eles se entretia. Amados irmãos, esta é a imagem do mundo sonhado por Deus: um mundo de paz e harmonia, um mundo de comunhão e de amor, um mundo de encontro amigável de Deus com os homens e dos homens com Deus… Mas sabemos bem que esta imagem não corresponde bem ao mundo em que vivemos, um mundo não sempre de encontros, mas prevalentemente de desencontros…
Houve um desencontro primordial. Se os dois primeiros capítulos do Gênesis descrevem um mundo de encontros, o terceiro capítulo conta o primeiro desencontro da humanidade. A humanidade, simbolizada pelos nomes de Adão e Eva, cedeu à tentação do diabo, simbolizado pela serpente, e afastou-se de Deus. O desejo de “ser como deus”, de chegar à plenitude sem Deus, a ânsia de auto-suficiência, o querer ser dono de si mesmo e não servir a Deus, a independência de Deus, tudo isso caracteriza o pecado original que vige dentro de cada um de nós. Ao cair da tarde daquele dia, quando Deus veio entreter-se com Adão e Eva já não os encontrou: quando “eles ouviram os passos de Deus que passeava no jardim (…) eles se esconderam da presença do Senhor entre as árvores” (Gn 3,8). Estamos diante do primeiro desencontro da história! O desencontro das origens e de sempre! O desencontro do homem com Deus! Doravante o homem buscará esconder-se de Deus, fugir do seu Criador. Nasce a ilusão imbecil de que para encontrar-se a si mesmo será necessário desencontrar-se de Deus, e afastar-se da sua presença. Deus passa a ser visto como um incômodo e um obstáculo à liberdade humana, uma ameaça à sua independência e maioridade!
Mas Deus continua querendo encontrar-se com o homem e pergunta: “Adão, onde estás?” (9) O Criador onipotente procura sua criatura rebelde e quer encontrar-se com ela. Um mistério constante e grande demais: Ele, infinito e eterno, nos quer, finitos e mortais, mais do que nós o queremos! Ele toma a iniciativa misericordiosa de vir ao nosso encontro e nos resgatar. E a resposta de Adão é muito significativa: “Ouvi teu passo no jardim, tive medo porque estou nu, e me escondi” (10). Ah, irmãos, o homem que antes espontaneamente amava o seu Senhor agora Dele tem medo! Não querer andar na sua presença e Dele se esconde porque se sente invadido na sua privacidade. Não quer mais encontrar-se com ele, prefere o desencontro. O homem tem medo de Deus… O amor transmutou-se em temor. Por isso é necessário repetir sempre a exortação do apóstolo João: “Não há temor no amor, ao contrário: o perfeito amor lança fora o temor” (1Jo 4,18). Aqui assistimos o contrário, o temor lança fora o amor. O homem já não sabe amar naturalmente a Deus, mas tem medo Dele e se sente nu diante dos seus olhos! As conseqüências são: vazio interior, desigualdade entre o homem e a mulher, opressão, violência, corrupção, ódio, guerras e mortes. Esta é a verdadeira imagem da humanidade de todos os tempos, também de hoje. Percebemos nitidamente o quanto os homens têm medo de Deus e, por isso, o amam pouco; Dele se afastam e se perdem nas suas próprias maldades!
Quanto medo de Deus encontramos no mundo! Muitos dos nossos governantes têm medo de Deus, da religião que o prega, e não querem encontrar-se com Ele. Querem banir Deus do discurso e das atitudes políticas, não suportam sequer os sinais de Deus, não querem símbolos e sinais religiosos em repartições públicas. Distorcem o conceito positivo de Estado laico e são intolerantes às expressões religiosas. É mais cômodo governar criando as próprias leis do que ter que obedecer a lei de Deus escrita na consciência. Legislam e executam acima do que poderiam: legalizam o aborto, a eutanásia, o consumo de drogas, tornam legal o que destrói e mata a dignidade do homem. Corrompem e se deixam corromper. Fazem do ser humano um meio e não o fim, uma peça na engrenagem da máquina econômica. Preferem fechar os olhos diante dos sofrimentos do povo, da chaga social das drogas e diante de outras tantas desordens para pensar alcançar seus próprios interesses. Penso em tantos políticos que só rezam e se encontram com os pobres em época de campanha, que não querem bem a pessoa, mas querem bem ao seu voto. Homens de muitas promessas e de poucas atitudes. Penso no caos da saúde pública, na debilidade da educação, na falta de saneamento básico.
Quanto medo de Deus encontramos no mundo! Muitos casais têm medo de Deus. Longe de Deus é possível viver uma relação menos comprometedora, mais aberta, dissolúvel, que acaba quando começam as dificuldades. É possível, sem constrangimento de consciência, um controle utilitário da natalidade. É possível, ainda, a terceirização da educação dos filhos. Penso em tantos jovens casais que já não querem o sacramento do matrimônio, em tantos casados que se separam por questões superáveis. Penso em tantos filhos que vivem o sofrimento da separação dos pais e a desestruturação da família.
Quanto medo de Deus encontramos no mundo! Muitos jovens têm medo de Deus. Sentem a ilusão da liberdade sem limites e se escondem de Deus. E acabam por experimentar um grande vazio interior, a perda da esperança, a escravidão das drogas, do prazer desenfreado, do consumismo e do culto ao corpo. Penso em tantos jovens, conhecidos de rosto, de nome, de endereço, que perdem a beleza e o vigor da juventude em caminhos que de tão largos se tornam estreitos.
Quanto medo de Deus encontramos no mundo! Muitos de nós sacerdotes, consagrados, batizados, temos medo de Deus e vivemos uma religião do desencontro. Vivemos de práticas de piedade, mas temos o coração endurecido para o perdão e a misericórdia, falamos muito e fazemos pouco, multiplicamos palavras e subtraímos testemunho. Falamos de Deus e nos afastamos dos irmãos mais pobres e necessitados, como se fosse possível servir a Deus sem servir ao irmão. O Papa Francisco, falando aos cardeais disse algo grave e verdadeiro: é possível ser sacerdote, bispo, cardeal e até mesmo papa sem ser discípulo de Jesus Cristo. Penso na Igreja em muitas regiões do mundo desacreditada por causa do mau comportamento de seus representantes. Penso em tantas pessoas que se afastam de Deus ou não se encontram com Ele por causa do nosso contra-testemunho de pastores e fieis batizados.
Quanto medo de Deus encontramos no mundo! Depois do pecado original, o primeiro desencontro da humanidade, amar a Deus e servi-lo com alegria não é um estado natural, mas exige força e disposição. Encontrar-se com Deus e ter fé em sua pessoa não é natural e espontâneo, porque exige uma verdadeira revolução interior. A única revolução necessária para a transformação do mundo é a do coração! E quão difícil é esta revolução! Tudo depende dela! E na sua condição está um encontro… Não é possível a revolução do coração e consequente a transformação do mundo sem o encontro com Deus! Deste encontro depende a salvação do mundo! E ele está bem simbolizado diante dos nossos olhos nas imagens que contemplamos.
Estamos diante de Jesus e Maria e de um encontro capaz de desfazer o desencontro primordial da humanidade com seus conseqüentes desencontros. Em Jesus, divindade e humanidade se misturam; em Maria, a beleza da graça divina resplandece sem igual. É Ele o novo Adão e ela a nova Eva num encontro harmonioso. Nos diz o apóstolo Paulo: “Por meio de um só homem, Adão, o pecado entrou no mundo e, pelo pecado, a morte… Porém com maior profusão a graça de Deus se derramaram sobre todos em um só homem, Jesus Cristo… Como pela desobediência de um só homem, todos se tornaram pecadores, assim, pela obediência de um só, todos se tornaram justos” (Rm 5,12ss). Com Cristo temos a novidade: “onde abundou o pecado, a graça superabundou!” Onde reinava a morte, impera a vida! Onde havia só desencontros, um encontro tudo renovou!
Irmão e irmãs, contemplemos Jesus, novo Adão. Ele é o homem definitivo, no qual o projeto de Deus se realizou plenamente. O projeto de Deus para o mundo, fracassado pela desobediência de Adão é realizado plenamente em Jesus Cristo. Ele é o homem em profunda harmonia consigo mesmo, com os outros, com o mundo e com Deus. Sua vida é feita de encontros: consigo mesmo, no silêncio e na meditação; com Deus, nas longas noites de vigílias e oração sobre o monte; com os irmãos, no toque curador, nas palavras cheias de misericórdia, no abraço afetuoso, na benção generosa, na refeição com os pobres e pecadores; com o mundo, acalmando as tempestades e desordens naturais, expulsando os demônios. No velho Adão o desencontro, no Novo Adão o encontro perfeito com Deus e com os irmãos.
Irmãos e irmãs, contemplemos Maria, a nova Eva. Ela é primeira na ordem da graça, é a mulher nova, criatura livre do pecado, tal como Deus havia sonhado. A primeira Eva, gerou-nos para o pecado, a segunda gerou-nos para a graça. Enquanto aquela respondeu a Deus com a desobediência, esta “respondeu com a “obediência da fé”, certa de que “nada é impossível a Deus”: “Eis aqui a serva do Senhor, faça-se em mim segundo a tua palavra” (Lc 1,37-38). Como diz Santo Irineu, “obedecendo, se fez causa de salvação tanto para si como para todo o gênero humano”. Do mesmo modo, não poucos antigos Padres dizem com ele: “O nó da desobediência de Eva foi desfeito pela obediência de Maria; o que a virgem Eva ligou pela incredulidade a virgem Maria desligou pela fé”. Comparando Maria com Eva, chamam Maria de “mãe dos viventes” e com frequência afirmam: “Veio a morte por Eva e a vida por Maria” (CIC 494). Portanto, Maria, “Foi que, primeiro e de uma forma única, se beneficiou da vitória sobre o pecado conquistada por Cristo: ela foi preservada de toda mancha do pecado original e durante toda a vida terrestre, por uma graça especial de Deus, não cometeu nenhuma espécie de pecado” (CIC 411). Maria é a nova “mãe dos viventes”, a Mulher por excelência, mãe do Cristo total, Cabeça e membros. A vida de Maria, tal como a do Filho, Jesus, é feita só de encontros: consigo mesma, na meditação silenciosa; com Deus, na oração; com os irmãos, na intercessão e no serviço; com o mundo, apontando-lhe a salvação.
A vida de Jesus e Maria é tecida de encontros. Quantos encontros bonitos tiveram entre si. Quando Maria perdeu Jesus por três dias, em Jerusalém, ficou aflita e só recuperou a paz quando o reencontrou no Templo. Juntos rezaram tantas vezes, ouviram a Lei de Deus na pequena sinagoga de Nazaré, compartilharam as intimidades do coração e da alma ao redor da mesa em seu lar. Depois que Jesus deixou sua casa para tornar-se um pregador itinerante podemos imaginar os encontros que teve com Maria, sua mãe. Que alegria Maria deve ter sentido ao encontrar Jesus curando os doentes, perdoando os pecadores, enfim, renovando a esperança dos pobres de Israel. Tantos encontros significativos, no entanto nenhum encontro vivido até agora se compara a este. A mãe encontra o filho num estado lastimável, quase irreconhecível. Nas palavras do profeta Isaías: “Não tinha beleza nem atrativo para o olharmos, não tinha aparência que nos agradasse. Era desprezado como o último dos mortais, homem coberto de dores, cheio de sofrimentos; passando por ele, tapávamos o rosto; tão desprezível era, não fazíamos caso dele. (…) Foi maltratado, e submeteu-se, não abriu a boca; como cordeiro levado ao matadouro ou como ovelha diante dos que a tosquiam, ele não abriu a boca. Foi atormentado pela angústia e foi condenado” (53, 3.7). Que sofrimento para a mãe ver o filho em tal estado: havia perdido a aparência humana! A mãe fixa os olhos em seu filho querido! Maria representa a humanidade que não tem medo de olhar nos olhos de Deus! A mãe quer correr para abraçar e beijar o filho, mas a guarda romana não permite. Seus corpos não podem encontrar-se no abraço, mas suas almas estão unidas no sofrimento redentor. Seus corações palpitam em sintonia. Maria não pode sussurrar palavra alguma ao ouvido do filho, mas com seu olhar firme o encoraja: Filho, espera no Senhor! Sê forte, espera no Senhor! (Sl 26,14). Como é terrivelmente triste para uma mãe ver seu filho desprezado, torturado e às portas de uma morte violenta…
Por um instante Jesus ergue seus olhos e contempla sua mãe amada. Estes sãos os verdadeiros olhos de Deus! Olhos que choram por causa do sofrimento humano! Muitas vezes os evangelhos falam do olhar de Jesus para com os pecadores, recordamos a passagem do jovem rico: “olhando-o, Jesus o amou (Mc 10,21). O lema do Papa Francisco traduz bem este olhar de Cristo: “olhando com amor o escolheu”. No olhar de Deus não existe condenação, meus irmãos, mas só amor e misericórdia! Erguendo os olhos amorosos, Jesus vê sua mãe repleta de lágrimas, mas firme. O olhar dos dois se encontra. Em Maria o olhar das criaturas é renovado pelo olhar do Criador! Como diz o poeta, (Fernando Pessoa): “Ah, mas se ela adivinhasse, / Se pudesse ouvir o olhar…”. De certa forma Maria escuta o olhar de Jesus. É como se lhe dissesse: Mãe, “é chegada a hora”, “minha alma está conturbada. Porém, que direi? Pai, salva-me desta hora? Mas foi precisamente para esta hora que eu vim ao mundo” ! (Jo 12, 27). Foi para chegar a esta hora que desci dos céus e me fiz homem em seu seio virginal!
São instantes eternos estes nos quais mãe e filho trocam olhares. Nestes olhares lacrimosos estão resumidos todos os olhares de sofrimento de todos os homens e mulheres da terra em todos os tempos. Onde sofre um ser humano, Cristo continua a sofrer nele! Onde chora alguma mãe, Maria continua a chorar nela! Por isso disse Jesus: Em verdade vos digo: cada vez que fizerdes o bem a um dos pequeninos, matando a fome do faminto, a sede do sedento, acolhendo um forasteiro, vestindo um nu, visitando um doente e vendo um prisioneiro, será a mim mesmo que o farás! (cf. Mt 25,40)
Irmãos e irmãs, queremos consolar Maria em suas dores? Queremos aliviar os sofrimentos de nosso amado Cristo? Não temos outro caminho senão enxugar as lágrimas uns dos outros, e correr apressadamente ao encontro dos irmãos mais necessitados. Não há encontro com Deus, sem encontro com o próximo, não nos iludamos! Lembra-nos João, o discípulo amado: “Se alguém disser: ‘Amo a Deus’, mas odeia o seu irmão, é um mentiroso: pois que não ama seu irmão, a quem vê, não poderá amar a Deus, a quem não vê. E este é o mandamento que dele recebemos: aquele que ama a Deus, ame também seu irmão (1Jo 4,20s). De fato, o termômetro para saber o nosso grau de amor a Deus é nosso amor aos irmãos mais fracos e pecadores, é nossa capacidade de enfrentar e aliviar os sofrimentos alheios.
No mundo de prevalentes desencontros, existem muitos que se encontram realmente com Deus e com os irmãos. Penso nos casais, idosos, jovens e crianças que enchem nossas igrejas a cada domingo. Penso nas centenas de pessoas que se deixaram reconciliar com Deus nos mutirões de confissão em nossas paróquias.
Queridos irmãos, volta à nossa mente a pergunta inicial. Para que esse encontro doloroso? Não seria melhor que ele não tivesse acontecido? Que mãe e filho fossem poupados deste sofrimento tão grande? Não, meus irmãos. Ai de nós se este encontro não tivesse acontecido! Nele se dissolve o desencontro primordial da humanidade. Este encontro sofrido ou este sofrimento encontrado dá um sentido novo aos nossos sofrimentos. À luz deste desta cena dolorosa o sofrimento se transforma em grande possibilidade de encontro com Deus e com os irmãos. Sim, o sofrimento nos aproxima de Deus e uns dos outros. Por isso nos ensina Guimarães Rosa: “É preciso sofrer, depois de ter sofrido, e amar, e mais amar, depois de ter amado”. Essa é a lição deixada a nós por Jesus e Maria, Mãe e Filho que se fitam: não é possível amar sem sofrer, ainda que seja possível sofrer sem amar… Sofrimento sem amor é desperdício! Sofrer de amor e por amor é participar da redenção do mundo! “Ninguém tem maior amor do que aquele que dá a vida por seus amigos”, disse e cumpriu Jesus (Jo 15,13).
Meus amados irmãos, precisamos nos encontrar com Deus de verdade! A vida ganha sentido e beleza quando cruzamos o nosso olhar com o olhar amoroso de Jesus e através deste gesto conseguimos olhar com amor nos olhos uns dos outros. Assim, nossa fé se torna autêntica; desaparece do nosso coração o medo de Deus e a tentação de se esconder Dele. Nasce um anseio de encontro com Deus e com os irmãos.
Num instante de silêncio vamos rezar pedindo a Deus que não fujamos dos nossos sofrimentos e que saibamos através deles fazer uma experiência do amor que lança fora todo temor divino e humano.
Me recordo das últimas cenas da vida de Jesus, quando Jesus se aproximou de Jerusalém e avistou a cidade santa… Ele chorou… chorou e disse: “Jerusalém, Jerusalém, tu que matas os profetas e apedrejas os que te foram enviados, quantas vezes eu quis reunir teus filhos, como a galinha reúne os pintainhos debaixo das asas, mas não quiseste. Vede, preste atenção, a tua casa ficará abandonada”.
Quem não toma sua cruz, não tem coragem de renunciar a si mesmo, às suas vontades, aos seus desejos e vem atrás de mim enfrentando a vida, a dor, a morte, o que tiver que enfrentar pelo Evangelho, não é digno de mim

Louvado seja Nosso Senhor Jesus Cristo!

Pe.Antônio Maurílio de Freitas - Pároco

Posse do novo pároco em 14 de janeiro de 2018


Notícias no portal da diocese de Caratinga:

Padre Maurílio retorna de atividade missionária e assumirá a Paróquia de Chalé
Autor Claudio Geraldo | Data 12 de janeiro de 2018



Padre Antônio Maurilio de Freitas, que estava desde 2012 em atividade missionária na diocese de Três Lagoas, no Estado do Mato Grosso do Sul, está de volta à diocese de Caratinga e assumirá nos próximos dias a paróquia de Nossa Senhora do Amparo, de Chalé.

Um site da cidade de Cassilândia, MS, onde padre Maurílio trabalhou nos três primeiros anos de sua atividade na diocese de Três Lagoas, deu a notícia da despedida de padre Maurílio enfatizando “padre Maurílio está indo embora e vai deixar saudades”.

Padre Maurílio foi para o Mato Grosso do Sul a convite do saudoso dom José Moreira Bastos Neto, falecido em 2014. Durante os seis meses que esteve naquele Estado, padre Maurílio foi pároco de Cassilândia, por três anos, e de Chapadão do Sul, por outros três.

A foto veiculada no site da cidade sul-mato-grossense mostra o momento em que padre Maurílio já está com mudança no caminhão, partindo de Chapadão do Sul para a diocese de Caratinga.

Nos próximos dias, padre Maurílio assumirá a Paróquia Nossa Senhora do Amparo, em Chalé, sucedendo padre Agnel Alves que está assumindo a Paróquia de Nossa Senhora da Penha, de Pocrane.

Confira a notícia do site Cassilândia Notícias, clicando aqui.

Organização para a chegada do padre na paróquia de Chalé:
Cronograma para a missa de posse do Padre Maurílio 14/01/18 às 19h (conforme combinamos no CPC de 05/01 e com as orientações do Pe. Wagner que presidirá a missa de posse)
(Coral ensaiar na Igreja às 18h)
Saída: São Vicente de Paula às 18h30
Procissão antes da missa na seguinte ordem para a chegada na Igreja:
Procissão de entrada:
1. Cruz: Sagrada Família
2. Velas: São José, Santa Luzia
3. 1º leitor: Elci
4. Salmista: Lusia
5. 2º leitor: Amilton
6. Preces: Nª Srª da Guia
7. Todos os Coroinhas e Ministros (os escalados para o dia subirão para o altar e os demais sentarão nos primeiros bancos na Igreja)
8. Os padres
Ordem para chegada na Igreja organizada:
1. Equipe de cântico escalada para animar a procissão: Família do Francisquinho e Ana Amélia
2. Coral
3. Terço dos homens
4. Apostolado da oração e Legião de Maria
5. Demais fieis que se apresentarem no local.
Rito da Missa – Tomada de posse do novo pároco
Comentarista: Sílvia; Equipe de cântico: Denner, Fátima e Carlos Eduardo
1- Biografia do padre
2- Ritos iniciais
3- Canto de entrada
4- Acolhida e saudação inicial
5- Leitura do Decreto de nomeação do novo pároco
6- Ato penitencial
7- Hino de louvor
8- Liturgia da Palavra
a. 1ª leitura: Elci
b. Salmo: Lusia
c. 2ª leitura: Amilton
9- Evangelho
10- Homilia
11- Renovação das promessas sacerdotais
12- Profissão de fé
13- Entrega dos sinais de missão do pároco (ficarão em uma mesa na entrada da igreja e as pessoas escaladas em procissão entrarão com os símbolos e entregarão ao padre Wagner)
a. Chaves da Igreja: Sr. Joel
b. Chaves do sacrário: Rosângela (música de adoração enquanto os padres vão a Capela do Santíssimo)
c. Batistério: Dona Maria, Eliete e Ronaldo (Eliete e Ronaldo vão com as vestes da Pastoral da Família) – bandeja com as galhetas dos Santos óleos, jarro com água e a concha, usadas no Batismo – entregar nas mãos do padre Maurílio
d. Sacramento da Confissão ou Penitência – Uma estola roxa (José Ambrósio) – entregar nas mãos do padre Maurílio
e. Entrega da Sede Presidencial – Cadeira do padre (padre Wagner)
14- JURAMENTO DE DIDELIDADE
15- ENTREGA DO DOCUMENTO DE NOMEAÇÃO – Quadro Com A Provisão Do Bispo - Sr. Valdir carregará o quadro pelo corredor central da Igreja até o padre Wagner.
16- Oração da Comunidade: Nª Srª da Guia
17- Liturgia Eucarística III – do folheto
9. Apresentação das Ofertas: Santa Efigênia e logo em seguida Uma pessoa de cada comunidade segurando a plaquinha com o nome de sua respectiva comunidade (ao chegar no altar colar no mural ao lado do data show)
a. Coleta do dízimo
18- Oração Eucarística e Rito da Comunhão: ver jornalzinho
19- Oração depois da Comunhão
20- Ritos finais:
a. Acolhida ao novo pároco – Amilton
b. Homenagem dos Coroinhas – música do padre Antônio Maria
c. Coral – alma missionária (todos no altar e de frente para o povo)
21- Palavras do Novo Pároco
22- Leitura da Ata de Posse
23- Avisos
a. Ensaio do Coral – segunda-feira
b. Reunião da pastoral do dízimo – terça-feira
c. Terço dos homens – quarta-feira
d. Adoração ao Santíssimo – quinta –feira
e. Terço das mulheres – sexta-feira às 18h
f. Reunião extra do CPC – sexta-feira, dia 19/01 às 19h com todos os ministros, Membros do CPAE, animadores das pastorais, grupos, Coral e movimentos da Comunidade Matriz.
g. Reunião do CPP – dia 27/01 às 8h
h. Agenda do padre com as missas deste mês de janeiro- pegar no escritório ou com a Alessandra após a missa
i. As missas na Matriz, às 10h e às 19h30, no próximo domingo
j. Agradecemos a presença de todos, dos padres... Os fieis das comunidades, das paróquias vizinhas e em especial o pessoal de Tarumirim que veio de tão longe. Logo após a missa, no Salão paroquial haverá a mesa da partilha para todos. E um jantar para os padres e os que vieram de mais longe, as pessoas de Tarumirim. O acesso à casa paroquial onde será servido o jantar é por uma escada ao lado dos banheiros nos fundos da Igreja.
24- Bênçãos Finais
25- Canto FinalA imagem pode conter: 1 pessoa, sorrindo, texto

Atualizando o Blog

Meus amigos e seguidores deste blog estou de volta. Mais notícias e fotos vou colocando por aqui. Envie-me noticias e fotos pelo e-mail: silviamuller@terra.com.br, se quer ajudar-me nesta missão.
Sílvia Müller
Em 2016
Bodas de diamante de Rozendo e Lusia